Sou Eduardo Hoffmann, advogado, professor e Procurador Jurídico Legislativo da Câmara Municipal de Toledo desde 2008. Minha trajetória no Direito é marcada por um profundo compromisso com a justiça e com a defesa dos interesses dos meus clientes, sempre buscando as melhores soluções jurídicas para cada situação.
No campo do Direito Administrativo, ofereço uma assessoria especializada para lidar com situações complexas envolvendo penalizações aplicadas pelo poder público.
Minha atuação em Direito das Coisas é voltada para a realização de projetos de urbanização e regularização de propriedades.
No campo da Responsabilidade Civil, concentro minha atuação na defesa de profissionais liberais, como advogados e médicos, que enfrentam alegações de falhas em sua atuação.
Em Sucessões, meu foco é proporcionar um acompanhamento sensível e eficaz em processos de inventário, entendendo a delicadeza que envolve a transmissão de patrimônio entre familiares.
Conteúdo A recusa de cobertura por planos de saúde é uma das principais causas de judicialização no Brasil. Mas toda negativa gera indenização por dano moral? O Superior Tribunal de
Conteúdo Você já perdeu horas tentando resolver um problema criado por uma empresa? Ligações intermináveis, filas excessivas, atendimentos ineficientes e repetição de procedimentos não são meros aborrecimentos. A Justiça brasileira
CONTEÚDO Quem deve cuidar dos pais quando eles envelhecem? A ausência de afeto e de cuidados com pais idosos pode gerar consequências jurídicas? É possível responsabilizar civilmente filhos que abandonam
Conteúdo A ausência de pai ou mãe ao longo da infância e da juventude costuma deixar marcas profundas. Muitas vezes, não se trata apenas da falta de convivência cotidiana, mas
Animais domésticos na rodovia: quem paga a conta? A responsabilidade das concessionárias à luz do Tema 1.122 do STJ A circulação de animais domésticos em rodovias brasileiras sempre gerou elevada
Fez uma cirurgia estética e não ficou como esperava? Nem sempre o médico é responsável — mas em muitos casos é. Veja o que o STJ decidiu nos últimos anos.